Com o fim do Império Romano, a Europa Ocidental começou a se desenvolver independentemente do que restava do Império Romano do Oriente, ou Império Bizantino. Os bizantinos da classe alta vestiam túnicas bem decoradas que eram feitas de seda e fiapos de ouro, e como objeto de decoração usavam pérolas e pedras preciosas.
Pessoas de classes baixas vestiam túnicas simples. Os imperadores e pessoas da corte usavam também um tipo de manto sobre as túnicas. Posteriormente, o imperador e a imperatriz passaram a usar um longo tecido em volta dos seus pescoços, como um cachecol, e nobres passaram a usar longas e firmes meia-calças. Os estilos usados no Império Bizantino influenciavam pesadamente a moda na Europa Ocidental. Pessoas da nobreza européia passaram a usar roupas cada vez mais complicadas e complexas do que as usuais roupas simples de algodão, pelos e couro.
Geralmente as pessoas faziam roupas em casa, como sempre foi feito. À medida que as cidades iam crescendo, pequenas lojas especializadas na fabricação de roupas surgiam. Muitas das roupas passaram a ser feitas por artesãos, e à medida que se tornavam mais habilidosos, a qualidade da roupa melhorava. Eles passaram a cortar, ajustar e decorar as roupas, fabricavam de jeitos cada vez mais elaborados.
Posteriormente e lentamente, foram substituídas por roupas feitas de acordo com as medidas de cada pessoa e tais roupas passaram a ser feitas de seda importada do Extremo Oriente. A túnica das mulheres desenvolveu-se num vestido que era firmemente atado na parte superior do corpo. Os homens passaram a usar mangas por baixo de suas túnicas e meias.