domingo, 26 de dezembro de 2010

Meu trabalho com reformas de roupas

Desviando um poucquinho da História da Moda (retornarei em breve com mais posts ligados a ela), e agora entrando em assuntos baseados em minhas experiências como costureira ao longo desses 26 anos.

Hoje eu ganho dinheiro com reparos e consertos de roupas que as pessoas trazem para eu consertar Mesmo comprando roupas nas lojas, as minhas freguesas precisam encurtar, soltar alguma costura apertada, fazer barras, pregar algum botão solto e tantas coisas que na fábricas não se preocupam mais em contratar pessoas só para isso (as revistadeiras), devido aos encargos sociais, mas como já fui uma profissional nessa área em empresas que trabalhei, sei fazer isso muito bem. Apesar de saber confeccionar também, gosto de fazer esse trabalho, mas sou fascinada pelo mundo da moda.

A cidade que moro é pequena, mas quando vejo roupas nas lojas fico maravilhada com os modelos que as lojas vendem. Mesmo que eu não compre fico "namorando" as peças e os modelos para saber o que está se usando e o que será usado em breve nas ruas da minha cidade. Isso no mundo fashion é conhecido como Pesquisa de Tendências da Moda.

O futuro da moda e a manutenção das roupas

Hoje podemos contar com materiais sintéticos: nylon, poliéster e lycra para produzir roupas. Na panotecnologia podem ser produzidas fibras sintéticas, como por exemplo, uniformes militares que podem endurecer se atingidos por balas, filtrar químicas perigosas e tratar ferimentos. "Roupas inteligentes" poderão incorporar eletrônicos, como pequenos computadores, sensores médicos, etc. O laser pode ser usado para tomar as medidas de um cliente e um computador executa um rascunho , onde o cliente faz suas escolhas de cor, tecido e etc. Cada região tem seu jeito de se vestir, devido à sua altura. Um exemplo disso são as roupas confeccionadas com materiais naturais, que incluem pele e couro.

No mundo ocidental a maioria das roupas produzidas em grande escala são feitas por empresas especializadas, onde a presença de uma etiqueta indica o local de fabricação (Brasil, made in China) e indica os materiais usados (tipo 95% algodão, 5% poliéster). Nos EUA e no Canadá, as leis proibem o uso de materiais inflamáveis na cofecção de roupas no intuito de proteger as pessoas, e exigem  das companhias a procedência do material usado. O desenvolvimento normalmente é chamado de design. O complemento envolve estilistas, modelistas, designers gráficos, definindo materiais, aviamentos, cores, estampas, modelos, desenhos, confecção e correção de peças chamadas "piloto" até a aprovação da peça por completo, e a produção de roupas agrada principalmente as mulheres, e faz-se cada vez mais necessário o conhecimento da área da administração e marketing. Os centros principais de desenho de roupas do mundo são Nova Iorque, Milão e Paris.

As roupas sofrm ataques por dentro e por fora devido ao suor, células mortas, secreções oleosas, urina e fezes, luz solar, fricção, poeira e sujeira. Se não lavadas podem ser fonte de doenças. A manutenção é feita através de lavagem, trocas de zíperes, costuras, trocas de botões, senão perdem a funcionalidade. No passado o processo de lavagem era manual, um trabalho que era cansativo e que levava horas, mas no século XX, com a intervenção da máquina de lavar e secar a manutenção tornou-se uma tarefa fácil. O reparo de roupas tem diminuído por causa dos baixos preços de roupas novas. Hoje se podem substituir zíperes estragados e consertar rasgos ou outros problemas.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A moda no século XX

No século XX, métodos cada vez melhores na produção industrializada de roupas levaram ao surgimento de grandes companhias nos EUA. As roupas eram produzidas em massa, e já estavam prontas para serem usadas. Homens e mulheres tinham acesso a roupas baratas. Isto permitiu que a moda feminina variasse mais do que nunca. Mas roupas masculinas mudaram pouco até a década de 1950. As mulheres usavam saias longas até 1910. Elas eram firmes embaixo, permitindo pouca liberdade de movimento para a usuária. Com a Primeira Guerra Mundial, que fez com que todo material que pudesse ser economizado fosse economizado, as saias tornaram-se mais curtas e flexíveis.

Vestido de noiva, meados da década de 70.
Na década de 1930, as saias tornaram-se mais largas para ficarem mais curtas novamente com o advento da Segunda Guerra Mundial, que além disso obrigou as pessoas a escolherem roupas melhores para andar de bicicleta, uma vez que o racionamento de gasolina diminuiu a quantidade de automóveis em circulação, e assim o short e a saia-calça ganharam espaço. Livres dos espartilhos que foram frequentemente usados até o final do século XIX, as mulheres ainda usavam grandes vestidos, muito populares na década de 1920. Nesta década também foi inventado o sutiã. Na década de 1940, calças ficaram populares entre as mulheres e a silhueta do final dos anos 30, em estilo militar, manteve-se até o final dos conflitos.

Na década de 1950, por sua vez, os jeans passaram a ser cada vez mais usados por adolescentes, e a camisa, anteriormente considerada uma roupa interior, estava tornando-se cada vez mais popular entre os homens. Ambos, jeans e camisas , criadas nos EUA, popularizaram-se mundialmente desde então. A mídia passou a criar novas tendências a partir da década de 1950, com a popularização da televisão e do cinema. A camisola foi uma roupa criada pela mídia. A variedade de roupas aumentou desde então, tanto para homens quanto para mulheres. Exemplos dessa variedade incluem roupas de todas as cores, com inscrições e palavras de protesto. A minissaia foi criada na década de 1960, e roupas esportivas tornaram-se populares na década de 1980.

A moda durante a Revolução Industrial

A Revolução Industrial começou no Reino Unido, no século XIX, e revolucionou totalmente os meios de fabricação de roupas. Até então, os tecidos e as roupas eram produzidos manualmente e por meios artesanais. A criação da spinning jenny em 1764 pelo britânico James Hargreawes, e, posteriormente, da spinning mule, uma derivada da spinning jenny em 1798, pelo britânico Samuel Crampton, foram uma das bases da Revolução Industrial. A spinning mule era capaz de fabricar tanto tecido quanto 200 pessoas, usando algumas poucas pessoas como mão-de-obra.

Em 1780, Edmund Cartwright criou uma derivada capaz de se alimentar de um turbina a vapor. Com tais máquinas disponíveis, fabricantes de roupas industrializadas vendiam roupas a baixos preços. A produção de roupas, ao menos nas grandes cidades, tornou-se quase completamente industrializada. Antigos artesãos que antes lucravam faliram, e muitas pessoas pararam de fazer suas roupas em casa.

A moda passou a mudar mais e mais frequentemente, mas apenas pessoas ricas podiam se dar ao luxo de adquirir a última tendência da moda.oa franceses continuaram a ditar a moda na Europa até o início da Revolução Francesa no final do século XVIII, quando a Inglaterra assumiu a dianteira até a Revolução, muitos nobres passaram a usar roupas simples, com medo de serem capturados pelos revolucionários que os teriam guilhotinado.

Ao longo do século XIX, a industrialização na produção de roupas e tecidos espalhou-se para outros cantos do mundo. A indústria têxtil ficou firmemente estabelecida nos EUA, França e posteriormente, na Alemanha e no Japão. No Japão, as roupas ocidentais subsitituiram as roupas tradicionais. Porém, muitas pessoas ainda preferiam usar roupas feitas por um artesão, quando podiam pagar por ela. Outras pessoas, especialmente aquelas em lugares isolados, continuaram a fabricar tecidos em casa. Ao longo do século XIX, as roupas passaram a ficar mais simples e leves. Camisas, saias (que eram para serem usadas juntas) e calcinhas foram criadas na década de 1870, e logo tornaram-se uma tendência entre mulheres da classe trabalhadora. Jeans passaram a ser usados por mineradores, fazendeiros e cowboys nos EUA.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Como era a moda renascentista?

O advento do Renascimento no século XIX, trouxe mudanças no cenário europeu. As cidades cresciam, o número de comerciantes e artesãos especializados na produção de roupas aumentou, e com a queda do Império Bizantino, a Europa Ocidental tomaria a liderança na produção de estilos e tendências aplicados à produção de roupas. 

Homens passaram a usar roupas mais pesadas na parte superior do corpo. Uma vestimenta masculina típica da época, especialmente entre a nobreza, era um tipo de jaqueta pesada, com uma saia que ficava na região das pernas até os joelhos. Homens também usavam sapatos cujas pontas ficavam para cima e dispunham de uma grande variedade de chapéus. Já as mulheres da nobreza passaram a usar sapatos altos, chapéus e vestidos floridos ou decorados. Os vestidos passaram a ser firmemente atados ao busto.

Homens de classes inferiores usavam blusas e calças justas e simples, e as mulheres de classes inferiores usavam vestidos simples. Uma das principais influências na moda européia, no século XVI, foi a corte espanhola. Uma das principais tendências por parte dos membros  da corte era o uso de grandes colarinhos no pescoço, que ficou em uso por aproximadamente dois séculos. 

No século XVII, os franceses passaram a dominar a moda na Europa, e roupas usadas pelos nobres franceses eram rapidamente copiadas por outros países (com exceção da Espanha). Por outro lado, os puritanos que viviam no Reino Unido e que teriam vital importância na colonização dos Estados Unidos, não se importavam muito com estilos e tendências, preferiam roupas simples. Os homens mantinham seus cabelos curtos na época. Homens com cabelos normais eram comuns e bem vistos, e usavam calças e roupas simples, e as mulheres vestidos longos e simples

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

As roupas na Idade Média - moda bizantina

Georges Jansoone
Com o fim do Império Romano, a Europa Ocidental começou a se desenvolver independentemente do que restava do Império Romano do Oriente, ou Império Bizantino. Os bizantinos da classe alta vestiam túnicas bem decoradas que eram feitas de seda e fiapos de ouro, e como objeto de decoração usavam pérolas e pedras preciosas.

Pessoas de classes baixas vestiam túnicas simples. Os imperadores e pessoas da corte usavam também um tipo de manto sobre as túnicas. Posteriormente, o imperador e a imperatriz passaram a usar um longo tecido em volta dos seus pescoços, como um cachecol, e nobres passaram a usar longas e firmes meia-calças. Os estilos usados no Império Bizantino influenciavam pesadamente a moda na Europa Ocidental. Pessoas da nobreza européia passaram a usar roupas cada vez mais complicadas e complexas do que as usuais roupas simples de algodão, pelos e couro.

Geralmente as pessoas faziam roupas em casa, como sempre foi feito. À medida que as cidades iam crescendo, pequenas lojas especializadas na fabricação de roupas surgiam. Muitas das roupas passaram a ser  feitas por artesãos, e à medida que se tornavam mais habilidosos, a qualidade da roupa melhorava. Eles passaram a cortar, ajustar e decorar as roupas, fabricavam de jeitos cada vez mais elaborados.

Posteriormente e lentamente, foram substituídas por roupas feitas de acordo com as medidas de cada pessoa e tais roupas passaram a ser feitas de seda importada do Extremo Oriente. A túnica das mulheres desenvolveu-se num vestido que era firmemente atado na parte superior do corpo. Os homens passaram a usar mangas por baixo de suas túnicas e meias.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O uso de roupas na Antiguidade

Radomil photo by ~~~ 26.09.2004 {{GFDL}})
Sabemos sobre o estilo de roupas desde o início da Antiguidade, período histórico que começou há cinco mil anos atrás e que duraria até 400 a.C., através de desenhos inscritos e pinturas em vasos e paredes, bem como de estátuas. Ao contrário de jóias, que tendem a durar por um bom tempo, visto que são feitas de material orgânico, poucas roupas resistiram aos rigores do tempo.

Mesmo assim, algumas peças de roupas resistiram sob condições especiais, principalmente sob climas muito secos, por exemplo. Mesmo os desenhos foram lentamente desgastados com o tempo, mesmo as cores de tais desenhos e estátuas, dando um aparência de branco ou amarelado para tais itens.

 Por um lado, os egípcios usavam roupas brancas, e por outro lado, outros povos usavam roupas de outras cores. No Egito Antigo, poucas pessoas usavam roupas, apenas famílias de alta classe e ainda assim, apenas adultos. Roupas indicavam riqueza. Muitas crianças e escravos não usavam roupa nenhuma.

Nos tempos primordiais do Império, os homens vestiam um tipo de tecido que envolvia o quadril como se fosse uma fralda ou uma curta saia, as mulheres um tipo de vestido atado às costas, que deixava os seios à mostra. Aos poucos os homens passaram a vestir saias cada vez mais compridas e os vestidos das mulheres cobriam os seios.

Depois, ambos passaram a usar um tipo de roupa parecido com o hobby, uma peça retangular com um buraco no meio para a cabeça. Alguns egípcios calçavam sandálias, mas a maioria andava descalça.

Os persas foram um dos primeiros povos a cortar e ajustar as medidas das roupas, em vez de simplesmente vestir pedaços de tecidos. Os persas vestiam roupas que tinham boas medidas e proporcionavam conforto, facilitando a caça. Homens persas vestiam roupas que ajustavam nas pernas, túnicas e casacos. As mulheres se vestiam de maneira similar aos homens. Calçados faziam parte do vestuário normal, e este tipo de vestuário se desenvolveu na Europa Ocidental, subsituindo as túnicas e os casacos tradicionais dos gregos e romanos da Idade Média.

domingo, 31 de outubro de 2010

O porquê das roupas

Questões culturais

Duas crianças gregas, com roupas típicas
Ao longo da história, diferentes civilizações vestiram roupas mais por motivos culturais do que por necessidade. Em sua viagem, Charles Darwin notou que na Terra do Fogo (Argentina) certos nativos da região cobriam sua pele apenas com uma fina camada de tinta, mais uma pequena pele de animal na parte superior do corpo, um contraste com o clima da região. Antigamente as pessoas usavam tais roupas por motivos culturais e não por necessidades. Antes as roupas eram usadas em culturas diversas, e essa cultura era passada de geração a geração.

Atualmente, principalmente na sociedade ocidental, as roupas tradicionais ficaram cada vez mais esquecidas, sendo que cada vez mais pessoas usam roupas por questões de conforto ou necessidade, devido a globalização. Muitas pessoas usam camisas porque são confortáveis, simples e duradouras. Um grande exemplo de roupas tradicionais que fazem parte de uma sociedade ocidental inclui o vestido de noiva branco, ou a cor preta em funerais, mutias pessoas vestem um estilo de roupas buscando serem aceitas por um grupo social, principalmente entre os adolescentes. Esses grupos sociais são compostos de pessoas que têm gostos em comum, que têm tendência de se vestir de maneira similar, muitos adolescentes buscam se vestir igual ou de modo parecido com seus ídolos ou cantores famosos.

No Japão, vários adolescentes gostam de se vestir da mesma maneira que os personagens de mangás famosos, outras pessoas usam roupas como um modo de protesto. Por exemplo, a novelista Amandine Dupin usava roupas masculinas na década de 1960, e também os punks. Inscrições, palavras e frases aumentam o poder de choque como protesto de roupas, e também podem ser usadas como meio de propaganda.

Vestimenta de personagem de mangá japonês, por Roland Geider

Estilo da moda punk

 Necessidade, praticidade e/ou identificação

Médicos e enfermeiros usam roupas como uma medida de proteção leve contra microorganismos, por exemplo. Pessoas que lidam com materiais radioativos usam roupas de proteção especiais que cobrem todo o corpo, de modo a proteger a pessoa de perigosos raios eletromagnéticos. Soldados usam roupas que os protegem  através da camuflagem. Nadadores usam pouca roupa pela praticidade dentro da água.

Roupas usadas em certos ambientes da sociedade são padronizadas para facilitar a identificação de seus usuários e de sua ocupação. Outros exemplos: nas escolas, as crianças usam uniformes para identificação da escola onde elas estudam. Os tripulantes de uma linha aérea usam uniformes fornecidos pelas companhias. Jogadores de um time esportivo usam uniformes padrão, que identificam os jogadores e os diferenciam de outros times. Outros exemplos são os grupos sociais.

O tipo de roupas varia conforme as temperaturas de uma região. Temperaturas muito baixas requerem roupas pesadas que ajudam a isolar ou reter o calor do corpo de uma pessoa, entanto, nas regiões quentes usam-se roupas leves, como camisa, top e bermuda. Outras atividades que elevam a temperatura do corpo humano, como os exercícios, pedem roupas leves que ajudam o suor a evaporar, e são indicadas por questões de praticidade.

Status social

Desde os primórdios da história, as pessoas usaram roupas para indicar status social, como riqueza e relacionamentos. Pessoas de alta classe usavam e continuam a usar roupas elaboradas e complexas, bem como outros apetrechos, como as jóias, que indicam riqueza. Pessoas casadas usam anéis de casamento, como símbolo de fidelidade. Mulheres muçulmanas fazem uso do hijab, que é o que as torna respeitáveis na sociedade islâmica.

Diferentes formas de hijab. Fotos de Kitkatcrazy, Denise Chan, Steve Evans, and Zoom Zoom; colagem criada por Calliopejen

sábado, 23 de outubro de 2010

Introdução - O conceito sobre roupas


Roupa é a indumentária necessária, chamada de vestuário, usada para cobrir o corpo por questões sociais ou culturais. Pode ser usada com acessórios como sombrinhas, bolsas e mochilas. O uso de roupas na maior parte do mundo é considerado como parte do bom senso e da ética humana. Guiada por valores sociais, é considerada indispensável pela maioria das pessoas, especialmente em lugares públicos. Os tecidos podem ser de algodão, seda, couro ou sintéticos, como por exemplo o acrílico.

O uso de roupas

O tipo de roupas varia de acordo com as regiões e de pessoa para pessoa, e também conforme a ocasião. Usa-se roupas diferentes para cada ocasião e para cada lugar, como por exemplo: trabalho, escola, casa ou festas. Ou roupas próprias para climas diferentes, como por exemplo o verão, no qual usamos roupas mais leves e frescas. Usa-se roupas também por diferentes crenças e opiniões, como religião ou por questão de conforto.

Existem materiais diversos e disponíveis para a fabricação de roupas. Cada região ou país produz roupas com características diferentes. Com a globalização, elas podem ser facilmente transportadas de um lugar para outro.Também se diferencia no modo de fabricação das roupas. Na maioria dos países industrializados, as pessoas compram roupas já prontas para seu uso. Outros países pouco industrializados ou menos desenvolvidos, ou em lugares isolados, as pessoas fabricam sua próprias roupas em casa. A diferença está no poder de compra das pessoas.

Conforto e decoração

Há pessoas que usam roupas confortáveis no dia-a-dia. Há pessoas que gostam de usar roupas que as fezem se sentir atrativas aos olhos de outras pessoas. Mesmo roupas cujo objetivo é proteger o corpo, como a capa de chuva, são feitas em cores e estilos diferentes. Muitas pessoas gostam de mudanças frequentes em seus estilos de roupas porque querem se sentir atrativas vestindo a mais nova tendência ("é a moda").

Uma mulher pode parar de usar um vestido velho, mesmo em ótimas condições, porque acredita que esta roupa não a faz tão feliz quanto outro tipo novo de vestido. Outras pessoas usam roupas por mera decoração, acreditando que é errado pensar assim quando deveriam se importar com problemas maiores, como membros do grupo religioso amish. Homens desse grupo vestem simples roupas pretas, e as mulheres usam vestidos longos e simples.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

UM BREVE RESUMO DE MINHA HISTÓRIA

Olà meus leitores  queridos!!!! Saudações

Desde menina sonhava com uma profissão, morava no interior onde voltei a morar depois de muito tempo fora de minha cidade, estudei até o 5º ano primario, mas quando pensei em continuar os estudos meu pai me disse que tinha que ir tabalhar na roça, e foi por terra meus sonhos de poder continuar, embora  passei em 1º lugar ,não podia continuar estudando, com uma familia de nove irmãos, dois deles deficientes, tive que sair a rua para vender abobrinha e outras coisas mais para sustentar a familia, mas como minha mãe costurava para fora, eu ficava observando como ela costurava e cortava as roupas, pedia para  ela corttar roupas de boneca para eu costurar, e nessas andanças pela rua, conheci uma costureira e me ofereci para arrematar roupas para ela, era costuras finas e aprendi a arrematar direitinho e no capricho!!!
Depois  de algum tempo fui embora para São Paulo e me empreguei em uma casa de familia, onde parecia mais uma escrava do que uma empregada, fazia de tudo, dormia as onze da noite e as  seis horas estava de pé, fiquei lá por um mês, fiquei doente nessa casa, pois sentia muita falta de minha mãe,nunca havia saido de casa, mas nunca pensei em voltar. Depois arrumei uma empresa para trabalhar de arrematadeira, fiquei lá por seis meses e quando saí já sabia mexer em máquina de overloque, depois trabalhei em uma fábrica de meias, e era revistadeira e gostava de lá, trabalhei em uma confecção de roupas e era revisadeira
(olhava se as roupas tinham defeito e manchas para ir para a lavanderia).
Depois me casei e minhas cunhadas costuravam para fora, eu ficava reparando como elas costuravam
e as vezes comprava tecidos e pedia para minha cunhada cortar e eu costurava na máquina de costura dela, mas até aí nada de mais, o tempo foi passando e eu não tinha pesperctiva nenhuma, só fazia faxina nas casas dos outros, mudei várias vezes de casa e numa dessas casas que  descobri a minha verdadeira profissão.
Depois que me mudei para o interior,voltei a estudar, fiz o supletivo do primeiro grau, fiquei dois anos sem
estudar e terminei o supletivo do segundo grau, deixava minha casa anoite para estudar, andava dois quilometros para ir e vir, não tinha nenhuma falta, tinha as melhores notas e ganhei uma medalha de honra ao mérito por isso e isso com 52 nos de vida!!!
O resto voces já sabem!!!!!

sábado, 16 de outubro de 2010

FAZENDO ARTE

Bom hoje estou novamente aqui para dizer um "OI" a todos voces meus queridos leitores, afinal vida de dona de casa não é mole,temos que dar conta de casa, marido, filhos ,animais e ainda sobrar tempo para criar coisas novas....Estou bordando uma batinha tipo indiana para minha filha, já bordei uma outra que  fiz com um tecido de voal ,e aprendi uma técnica de pintura sobre tecido,com varias tintas e ficou muito bonita, no começo era uma saida de praia,e agora  transformei em uma bata também de estilo indiana e ficou muito bonita que numa oportunidade vou mostrá-la aqui, também vou mostrar as roupas que fiz e bordei que ficaram muito bonito também, tudo isso sem saber bordar,pois nunca frequentei um curso,mas Deus me dá sabedoria e vou criando coisas que nunca pensei que saberia fazer, Mas  devemos sempre  acreditar que temos potencial para desenvolvermos nossos talentos.
     Nas próximas postagens vou contar uminha história desde a minha infância até  o momento agora e voces vão entender  o porque das minhas criações e minhas superações....

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Continuação da minha historia!!!!!!

Olá meus queridos amigos,voltando a nossa conversa ,hoje já faz 25 anos costurando,fazendo  o que gosto e que quero...Amo minha profissão ,onde posso criar as mais lindas peças,aprendi a costumizar as peças,e faço de tudo..apertar,soltar,bordar,pintar,e o que mais Deus me der nas mãos para fazer eu faço e procuro aprender mais mais ,pois é uma profissão  onde voce pode por pra fora o artistico dom de manusear  as ideias  e criar muitas coisas que te edificam,principalmente eu que sou uma dona de casa e preciso ter uma outra opção de vida,e voce pode ganhar seu dinheiro e se realizar, sou uma pessoa que  ganha para aprender, pois a gente nasce e cresce aprendendo e morre aprendendo.Bjss

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Bem amigos, continuando a minha HISTÓRIA....Um belo dia quando estava em casa cuidando dos meus afazeres domesticos bateu á porta uma vizinha com um punhado de roupas na mão e me disse: Eu vejo que suas filhas andam bem arrumadinhas e trouxe aqui umas roupas para fazer uns consertos poi não tenho tempo, pois como voce sabe trabalho fora e não tenho tempo para arruma-las.
Eu  olhei para ela e ainda surpresa disse:  Bom eu faço e arrumo roupas para mim e minhas filhas e nunca fiz para outra pessoa, e ela falou que ia gostar se  eu consertasse para ela pois tinha confiança em mim, e  eu  acreditei nisso e consertei toda roupa dela cobrei um preço simbolico pois nem tinha noção de preço, ela ficou muito contente pelo trabalho que fiz como se fosse para mim e  assim comecei   a costurar para as pessoas. Depois de um certo tempo mudei daquela casa para um outro bairro longe dali e como prova de confiança  que adquiri em Deus e em mim continuei costurando para mim normalmente desmanchando calças jeans usadas, daquelas pantalonas das pernas bem largas e fazia jardineiras de jeans usados, das pernas eu  fazia a saia e o corpinho da jardineira, ficava linda!!!    Outra vizinha gostou do que eu fazia e comprou um pano de  leze e queria um modelo franzido todo na frente, desenhou o vestido e me deu  o tecido na mão e disse-me :Eu sei que voce sabe fazer esse modelo e vou gostar , se vira!!! Naquele momento
disse aiaiai não posso decepcioná-la e nem me decepcionar,se Deus está me dando esse desafio eu vou vencer!!! e ñaquela noite revirei na cama a noite toda, ,Tinha medo de  errar na hora de cortar o tecido e ir por terra minha perfeição!!!    mas enfim...eu tinha que continuar acreditando que eu ia vencer mais um desafio  ,
   e assim fui trabalhando conquistando amizades e depois elas ficavam   minhas freguesas econtinuava  fazendo o meu trabalho com o mesmo  entusiasmo  do  primeiro dia que comecei a costurar,ás vezes passava a noite costurando para poder cumprir o prometido.
Meu marido trabalhava fora e quando chegava a noite , já chegava bebado e brigando por qualquer coisa
eu esperava ele ir dormir e ia cortar roupas,pois ficava nervosa  com todo aquele  clima, e que clima pesado ficava quando ia dormir, então eu procurava me acalmar e depois ia fazer meu trabalho, ficava até umas 3 horas da madrugada e aí o sono chegava e começava fazer as coisa s e se não dava certo eu já sabia"HORA DE DORMIR''

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

BOA NOITE!!!AMIGOS!!!!

HOJE PELA PRIMERA VEZ ESTOU AQUI,PARA DIVIDIR COM VOCES UM POUCO DE MINHA EXPERIENCIA  NO SETOR DE  COSTURAS...
Bom confesso a voces que não foi facil começar do nada.Eu não sabia o que fazer para ganhar dinheiro,meu marido ganhava pouco e tinha duas filhas para cuidar e não ,podia sair para trabalhar fora,por não ter com quem deixa-las,tinha uma máquina de costura simples e  vontade de vencer...